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» Adriana Ancelmo exigia máxima pureza de joias na H.Stern

rasgadinho-adriana-centro-texto.jpgRIO - Citada nas investigações da Operação Calicute como uma grande compradora de joias ? ao lado do marido, o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), teria gasto R$ 6 milhões, desde 2012, em apenas uma joalheria ?, a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo também era uma cliente exigente. E-mails apresentados à Justiça Federal do Rio pela delatora Maria Luiza Trotta, diretora comercial da H.Stern, mostram uma série de reclamações contra a loja e até contra o marido.

Lava-jato rio

Em agosto de 2009, Adriana foi ríspida com uma vendedora da loja que ofereceu uma joia de cuja qualidade a ex-primeira-dama desconfiou:

?SI vocês não deveriam nem ter!! Nem as piores do mercado trabalham mais com essa classificação!! É impressionante que uma loja como essa não tenha uma gama maior de opções. Até a Rosane Mecler tem várias das maiores, de todas as classificações", escreveu a ex-primeira-dama.

?SI? é a abreviação em inglês do termo ?Slightly included" (levemente incluído), que faz referência ao grau de pureza de um diamante. Quanto menos marcas internas ou externas a pedra tiver, melhor é a classificação. O grau que motivou a reclamação de Adriana é o quarto mais puro, em uma classificação que tem cinco níveis. A H.Stern resolveu o problema com diplomacia: convidou Adriana a conhecer a principal loja, de onde a ex-primeira-dama saiu com um par de brincos.

Em outra ocasião, um par de brincos feito por encomenda não teve o resultado esperado.

?O brinco da Adriana não ficou bom. Uma tremenda saia justa", escreveu Maria Luiza Trotta para Roberto Stern, sócio da joalheria.

A exigência se estendia também aos presentes que ganhava de Cabral, que permanece preso em Bangu enquanto Adriana está em prisão domicilar no apartamento da família, no Leblon. Um par de brincos de R$ 155 mil, comprado para o Dia dos Namorados de 2012, não a deixou satisfeita.

?Ela (Adriana Ancelmo) não gostou do brinco que ele (Sérgio Cabral) escolheu", diz outra mensagem anexa ao processo.

Para resolver o problema, Maria Luiza foi ao escritório da ex-primeira-dama, que trocou a peça por um modelo superior, pagando a diferença de R$ 150 mil.

As diversas compras feitas por Adriana na H.Stern sem que houvesse emissão de nota fiscal ? mecanismo utilizado para a suposta lavagem de dinheiro ? e a possibilidade de que viesse a ser formalmente investigada motivaram a delação premiada da diretora comercial da joalheria. Posteriormente, outros diretores e sócios da empresa resolveram aderir ao acordo de colaboração. As multas chegam a R$ 18,9 milhões.

A joalheria prometeu apresentar a comprovação de todas as compras feitas por Adriana e Cabral ? os registros estavam no sistema, e as notas fiscais foram emitidas após a investigação da Calicute revelar as transações financeiras.

Em depoimento ao juiz Sergio Moro na semana passada ? a ex-primeira-dama é acusada de ajudar Cabral a lavar R$ 2,7 milhões recebidos em propina por um contrato da Petrobras ?, Adriana não foi questionada sobre a compra de joias. Ela, no entanto, ratificou que os recursos financeiros ? usados nas compras que o Ministério Público Federal (MPF) coloca sob suspeita ? vieram do marido. Os investigadores apontam que os recursos ilícitos foram usados para adquirir móveis, roupas e a blindagem de um dos carros do casal.

?Ele sempre disse que teve recursos para arcar com tosas as despesas que tivemos no nosso relacionamento?, afirmou a ex-primeira dama ao juiz Sergio Moro.

NOVO JULGAMENTO

Adriana Ancelmo é ré na Justiça Federal do Rio, acusada de integrar a organização criminosa que desviou recursos públicos do estado. Ela também responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O Ministério Público Federal questionou a prisão domiciliar, e o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) cassou o benefício na última quarta-feira. Mas, como a decisão não foi tomada por unanimidade, ela vai aguardar em casa o julgamento de um recurso que será apresentado pela defesa. Os advogados da ex-primeira-dama negam a participação dela nos crimes apontados.

02/05/2017
 
 
» Botafogo recebe o Barcelona e pode garantir classificação na Libertadores

Sempre em frente. Desde a odisseia nas partidas preliminares até a vaga na fase de grupos, o Botafogo não parou diante das dificuldades. Ofensivo, o time mantém a velocidade rumo ao novo capítulo na boa campanha na Copa Libertadores. Hoje, às 21h45m, no Nilton Santos, o alvinegro jogará com o Barcelona de Guayaquil, do Equador, com três atacantes e um objetivo: garantir a vaga nas oitavas de final com duas rodadas de antecedência.

Se o grupo era considerado de morte, o Botafogo contou com a sua estrela para sair ileso. Tem três partidas, contando com a de hoje, para avançar. A vaga pode chegar antecipadamente com a vitória e um triunfo do Atlético Nacional sobre o Estudiantes-ARG, em Medellín.

A proximidade das oitavas aumentou a cada rodada e a soma de duas vitórias e um empate no Grupo 1 resultou no aumento da confiança. Ontem, em treino aberto no Nilton Santos, cerca de 500 torcedores estiveram presentes. O apoio, segundo Jair Ventura, não deverá se transformar em um oba-oba contra um rival que é o segundo do grupo.

? Isso de já estar classificado não pode entrar na gente, temos três jogos para definir a classificação. A gente tenta, por vezes, não colocar muito peso em certos momentos, mas, ao mesmo tempo, temos responsabilidade. E toda vez que fomos cobrados, nos saímos muito bem. O Colo-Colo talvez foi a equipe mais difícil que jogamos, e mesmo com tempo muito curto, conseguimos passar. Tem esse e mais dois jogos, tem que ter calma ? ponderou Jair.

Calma no discurso, ataque na prática. Sem procurar dar voltas para explicar, Jair deixou claro que o Botafogo entrará em campo para fazer a sua parte. A vitória só virá com os gols que Rodrigo Pimpão, Guilherme e Sassá poderão fazer.

?Podemos misturar, é lógico. Não é uma matemática exata, e, de repente, dá até um pouco mais, com um trio. Acho que você tem que jogar com o que tem de melhor no momento. O Sassá e o Guilherme vinham entrando muito bem. Porque não dar uma oportunidade de iniciar a partida? Um deles (Guilherme) foi decisivo contra o Sport, com dois gols. Pediu passagem e a briga é boa. Quem entra e vai bem, merece uma chance ? disse Jair.

Para um clube no qual a superstição ajudou a criar a mística ao redor do time, o dia 13 de agosto já entrou no fabulário de General Severiano. Naquele dia, Jair foi anunciado como substituto de Ricardo Gomes. De lá para cá, tudo foi tão rápido como a passagem de um furacão na vida do filho do craque Jairzinho. E, hoje, ele completa 50 jogos como técnico alvinegro. Mais sorte em um mercado tão instável, impossível.

? A gente sabe que longevidade do treinador é algo difícil. Fico feliz de tão jovem chegar à esta marca. Cheguei ao clube em 2008 como estagiário, se um dia eu sair será como treinador ? comentou Jair.

na trajetória, são 49 jogos, com 27 vitórias, nove empates. Derrotas, foram 13, número presente mais uma vez e que Jair deseja que não avance tão cedo:

? Fico feliz (com o retrospecto), mas o mais importante é ganhar o jogo.

BOTAFOGO X BARCELONA

Botafogo: Gatito Fernández, Emerson, Joel Carli, Emerson Silva e Victor Luís; Aírton, João Paulo e Camilo; Rodrigo Pimpão, Guilherme e Sassá.

Barcelona de Guayaquil: Máximo Banguera,

Tito Valencia, Darío Aimar, Jeferson Palacios e Mario Pineida; Gabriel Marques, Richard Calderón, Christian Alemán e Erick Castillo Arroyo; José Ayoví Plata e Jonatan Álvez.

Juiz: Mario Díaz de Vivar (Paraguai).

Local: Estádio Nilton Santos.

Horário: 21h45m.

Transmissão: SporTV e Rádios Globo/CBN.

02/05/2017
 
 
» Trem de luxo percorre roteiro pelo norte do Japão

RIO -Recém-lançado pela East Japan Railway Co's (JR East), o trem de luxo Suite Shiki-shima ganhou os trilhos pelas ferrovias do Japão nesta segunda-feira, mas já tem seus bilhetes esgotados até a próxima temporada. A operadora de trens de passageiros, que é parte do Japan Railways Group, inaugurou na segunda-feira (1º de maio) o serviço na composição de dez carros com suítes. São apenas 17 acomodações que podem hospedar até 34 passageiros para roteiros de até quatro dias (três noites) rumo a destinos populares de turismo no norte do Japão, tais como Kanto, Tohoku e Hokkaido. A composição inclui vagão panorâmico, suítes com lareira e mezanino com sala de estar (além das camas). As partidas são da estação de Ueno, em Tóquio, onde a empresa mantém um luxuoso lounge para seus passageiros relaxarem antes do embarque.

Os bilhetes estão esgotados até marçõ de 2018, apesar do alto valor das tarifas, que variam de 320 mil ienes (US$ 2.863), pela viagem de dois dias e uma noite a bordo a 950 mil ienes (US$ 8.500), para o roteiro completo de quatro dias, três noites.

Com cardápio assinado por Katsuhiro Nakamura, o primeiro chef japonês a conquistar uma estrela Michelin, e Itoshi Iwasaki, o restaurante serve a bordo receitas elaboradas a partir de ingredientes cultivados na região percorrida pelo trem, com influências da cozinha francesa, de onde os dois chefs trazem experiências profissionais. Outras informações no site oficial Train Suite Shiki-Shima.

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Trem de luxo com suíte pelos Andes, entre Cusco e Arequipa

02/05/2017
 
 
» UFRJ lança campanha com dicas para estudantes evitarem assaltos

UFRJ

Preocupada com o aumento da violência, a prefeitura do campus da Ilha do Fundão, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lançou uma campanha nas redes sociais para advertir os estudantes sobre os problemas de segurança. No alerta, são passadas dicas como não estudar no estacionamento, ou dentro do carro, não namorar no local, nem transitar com notebooks e celulares à vista.

UFRJ

A campanha reforça ainda a importância do registro formal dos crimes sofridos no campus, tanto na 37ª DP (Ilha do Governador) quanto na Divisão de Segurança (Diseg) da UFRJ. Em dezembro passado, a prefeitura da universidade lançou o número de WhatsApp 99413-3388 para que alunos, professores e funcionários pudessem comunicar ocorrências, pedir orientações e fazer denúncias. O canal funciona 24 horas por dia.

Representantes da universidade vêm se reunindo quinzenalmente com a cúpula do 17º BPM (Ilha do Governador) e da 37ª DP para tratar do policiamento e das investigações dos crimes que ocorrem no local. Até julho, a prefeitura da UFRJ pretende instalar novas câmeras em cada entrada do campus para registrar o movimento em todos os acessos, e principalmente as placas dos veículos que trafegam pela Ilha do Fundão.

Outra medida anunciada pela reitoria é a formação de um Conselho de Segurança da Cidade Universitária (CS Ciduni), junto com as empresas que têm unidades no campus.

O conjunto de ações para barrar o aumento da violência foi apresentado há um mês, após uma reunião entre a reitoria da UFRJ e o subsecretário de Segurança do Rio, Roberto Alzir Dias Chaves. No encontro, foi debatida a segurança no campus da Ilha do Fundão e o andamento do processo de investigação, pela Divisão de Homicídios (DH), do assassinato do estudante Diego Vieira Machado. Ele foi encontrado morto dentro nas instalações da UFRJ, em julho de 2016, com marcas de espancamento. As investigações ainda não foram concluídas.

Discutiu-se também a mancha criminal da Ilha do Fundão no mapa da segurança do Rio. De acordo com a Secretaria de Segurança, os dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) do estado não refletem a real situação na UFRJ, pois muitas vítimas não fazem o registro das ocorrências. A última reunião entre os representantes da universidade e o comando de polícia da região foi há duas semanas.

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02/05/2017
 
 
» Programa de assistência ao idoso, criado na Ilha do Governador, completa 20 anos

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RIO - A equação parece complicada. À medida que a população envelhece, os cuidados com a saúde aumentam e a corrida aos hospitais também. Estes, por sua vez, sofrem para atender à crescente demanda por leitos e atendimentos emergenciais. A solução, porém, pode estar na vontade de ajudar.

Esse foi o pensamento do casal Guilhermina Galvão e João Gomes, responsável pelo Programa de Atendimento Domiciliar ao Idoso (Padi) da Ilha do Governador. O projeto, que completa 20 anos, começou no Hospital Municipal Paulino Werneck. Pioneiro, hoje ele é realizado em outros bairros da cidade e inspirou o Ministério da Saúde a implementá-lo em todo o país.

A ideia é dar assistência a quem sofre de problemas crônicos e acompanhar o tratamento destas doenças. Desse modo, acredita o casal, os pacientes procuram menos as unidades de saúde, já que o surgimento de complicações diminui.

O Padi do Paulino Werneck atende atualmente 69 pessoas e ainda é coordenado por Guilhermina e Gomes. Quase que diariamente, eles visitam idosos com doenças crônicas graves ou ainda com incapacidade funcional provisória ou permanente, oriunda de internações prolongadas e recorrentes, que os impede de se locomover. São pacientes que não têm autonomia e precisam da ajuda constante de familiares. A equipe conta com enfermeiro, fisioterapeuta, auxiliar de enfermagem, nutricionista, psicólogo e assistente social. Todos são funcionários públicos de carreira.

Segundo João Gomes, a instrução dada pela equipe aos parentes ? relativa aos cuidados constantes que cada paciente precisa ?, é um dos principais segredos do programa. Eles são orientados sobre a maneira correta de imobilizar, dar banho, fazer curativos e ajudar nos exercícios básicos e na fisioterapia.

? O cuidado do familiar é fundamental porque é o do dia a dia; eles são os nossos maiores parceiros. Não temos como estar com o paciente o tempo todo, por isso o nosso trabalho durante as visitas também é orientá-los sobre os cuidados diários ? comenta Gomes. ? Isso é fundamental para a evolução dos pacientes e diminui os atendimentos emergenciais. Sem falar na melhora na qualidade de vida deles.

O aposentado José Pedrosa da Silva, morador da comunidade Boogie Woogie, em Pitangueiras, sofre de Mal de Parkinson e de sequelas decorrentes de um AVC. Quem toma conta dele é a filha Simone dos Santos Silva. Sem experiência, ela encontrou apoio na equipe do Padi.

? Eles não só me orientam em relação à medicação, como me ensinam a fazer curativos, por exemplo. Eu fico muito mais segura ? conta Simone.

A aposentada Edna Silva Barreto, de 80 anos, moradora do Jardim Carioca, chegou às mãos da equipe do Padi através do programa Médico de Família. Com sequelas de um AVC, ela quebrou o fêmur no ano passado e ficou acamada. Como o programa foca em pacientes com incapacidade funcional, o marido de Edna, David Barreto Filho, que cuida dela sozinho, se encheu de esperanças ao entrar em contato com o projeto.

? Não sabia o que fazer, porque não tenho ninguém para me ajudar a cuidar dela. A equipe do Padi me trouxe a força de que eu estava precisando. Agora, já estou com prática de dar banho e alimentá-la, graças às orientações que recebi sobre as posições em que Edna deve ficar e o tempo correto para mudá-la de lugar. Tudo isso tem ajudado. As escoriações têm diminuído ? explica Barreto Filho.

INFOCHPDPICT000066644677Além de coordenadora do Padi, a médica Guilhermina Galvão é uma das maiores entusiastas do programa. Aos 67 anos, tem disposição de sobra para cuidar dos pacientes. Visita casas do Jardim Guanabara e das principais comunidades da Ilha do Governador com a mesma dedicação. A preocupação não é só com os idosos já inscritos no programa. Durante a visita de sua equipe à casa de Edna e David Barreto Filho, no Jardim Carioca, acompanhada pela equipe do GLOBO-Ilha, ela cobrou do aposentado a marcação de uma cirurgia de hérnia:

? Eu sei que ele está enrolando para marcar porque não tem ninguém para cuidar da esposa enquanto estiver se recuperando da cirurgia. Mas ele precisa contatar os filhos ou pedir a alguém para ajudá-lo. O que não pode é demorar mais para marcar ? cobrou ela em tom bem humorado.

Pessoas que necessitem do atendimento prestado pelo Padi, mas que não estejam internadas, podem ter acesso ao serviço procurando a Unidade de Atenção Primária do Hospital Municipal Paulino Werneck. O caso será avaliado pela própria equipe de saúde da família ou incluído no Sistema de Regulação (Sisreg) para marcação da primeira visita da equipe do programa.

? É nesse encontro que avaliamos as condições do paciente e o tratamento mais adequado para o caso. A partir disso, montamos nosso cronograma de visitas. A periodicidade varia de um paciente para o outro ? explica Guilhermina.

Criado como projeto piloto em 1997, o Padi Ilha foi uma iniciativa pioneira no Estado. Desde que foi expandido para todo o município do Rio, em 2010, o programa atendeu mais de 14 mil pessoas. Este ano, já foram 1.126 pacientes assistidos e, somente em janeiro, 12.390 procedimentos realizados em toda a cidade. Além do Hospital Municipal Paulino Werneck, as equipes estão instaladas nos hospitais municipais Salgado Filho, Miguel Couto, Lourenço Jorge, Pedro II e Francisco da Silva Telles, onde realizam a busca ativa nas enfermarias, com o intuito de identificar os pacientes com perfil para atendimento domiciliar.

O objetivo continua sendo o mesmo pensado para a solução da equação desenvolvida pelo casal Guilhermina Galvão e João Gomes há 20 anos: com assistência e acompanhamento, os pacientes vivem melhor e dependem menos dos hospitais.

02/05/2017
 
 
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